O FMI é uma organização de 187 paises que, através da cooperação monetária global, visa assegurar a estabilidade financeira, facilitar o comércio internacional, promover altos níveis de emprego e desenvolvimento económico sustentável, além de reduzir a probreza. Esta organização só intervém a pedido, o que normalmente acontece quando o Estado em causa já não consegue financiamento no mercado internacional, ou só o obtém a custos insuportáveis.
No entanto, a intervenção do FMI tem diversas contrapartidas, tais como: perda de autonomia governamental, medidas de austeridade governamental extremamente severas, afectação do desenvolvimento da economia e consequente agravamento socio-económico. Ao fazer fluir dinheiro para uma economia em dificuldades, o FMI normalmente impõe sacrifícios aos Estados, de forma cega. O Fundo não está preocupado com as repercussões sociais das medidas, mas apenas com o equilíbrio das contas públicas.
Nesta perspectiva, quer o Presidente da República, quer o Primeiro Ministro já asseguraram que não será necessária a interevenção do FMI em Portugal.
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